sexta-feira, julho 20, 2007
Estive à procura de um smiley adequado para hoje. Não encontrei nenhum.
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Nota: NY Times, you suck.
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Nota: NY Times, you suck.
sábado, julho 14, 2007
Gostei mais do outro...
Update HP 11:56PM: as minhas previsões estavam certas. Os cinéfilos que conhecem a saga ficam satisfeitinhos, os fãs dos livros ficam com a sensação que um camião TIR abalroou a história.
Notas soltas:
(CONTÉM SPOILERS)
- A Imelda Staunton faz-nos querer atirar-lhe com uma chaleira à cabeça logo nos 30 primeiros segundos. Brilhante.
- Desde o 5º livro que a minha personagem preferida é a Luna Lovegood. E a Evanna Lynch nasceu para fazer aquele papel. Sublime.
- As máscaras dos Death Eaters podiam ser um pouquinho menos a la Star Wars... dei por mim a perguntar "O que é que o Darth Vader está a fazer no Departamento dos Mistérios??"
- O trio evoluiu imenso a nível de performance, embora continue a achar a Emma Watson a mais fraca dos três.
- Big fuss over Helen Bonham Carter. Não faz sombra ao Ralph Fiennes, que continua arrepiante, sombrio, bad to the bone.
- Há imensas coisas cortadas, como seria de esperar, e conseguiram acertar nos meus dois capítulos preferidos - primeiro e último. Dão continuidade à história e são cruciais no enredo.
Coisas alteradas de forma muito boa:
- Cena inicial dos Dementors trazida para um túnel, já que era difícil replicar tamanha escuridão em espaço aberto
- As cenas da Dolores Umbridge, como Alta Inquisidora a inspecionar todas as aulas, feitas de forma contínua e em curto espaço de tempo.
- Cena final de luta muito bem trazida do imaginário do livro às imagens
- Cena final em que o Harry é "invadido" pelo Voldemort feita com flashs de imagens (já que seria difícil ouvir-lhe os pensamentos)
Coisas alteradas que me dão a volta ao estômago:
- Cena inicial parcialmente distorcida
- Atitude do Sirius ao longo de todo o filme distorcida
- A pobre da Cho Chang arca com as culpas de os ter denunciado (há preços altos a pagar por beijar o Daniel Radcliff, já se vê...)
- Ultimo capítulo completamente negligenciado e resumido a três frases do Dumbledore
- A morte do Sirius não se passa de forma lenta e não há noção imediata de que ele morreu - único ponto em que discordo absolutamente, sem qualquer desculpa, da forma como foi filmada. O Sirius nao "passa" lentamente para o outro lado do véu - ele é atirado de forma rápida pelo arco.
Mais uma vez ficamos com a sensação de que o pobreHarry é injustiçado, punido, desprezado, e tudo porque...não sabemos bem porquê. Isto vai deixar os "menos fãs", que não conhecem a história tão bem, um pouco zangados, tal como eu fiquei quando fui ver o Senhor dos Anéis sem ninguém me ter explicado que aquilo era o primeiro episódio de uma trilogia.
Percebe-se, assim, o porquê de terem poupado um pouco o Harry no relacionamento que ele estabelece com o Sirius ao longo deste filme. Enquanto que no livro a relação deixa muito a desejar, no filme tornam o Padrinho como o defensor absoluto do afilhado (e ter o Lucius Malfoy a levar na tromba à western com Clint Eastwood traz-nos sempre um confortozinho, enquanto pensamos "toma lá que já embrulhaste!!").
Não concordo, e não é de agora, com a pouca omnipotência e omnisciência demonstradas pela personagem do Dumbledore nos filmes. Parece sempre surpreendido, assustado até. E, meus amigos, toda a gente sabe que o Dumbledore não se assusta com nada. Nem que viesse de lá o Snape e o atirasse de uma torre abaixo ele piscava os olhos *tosse*. Adiante.
O departamento dos Mistérios está soberbo a nível de cenários, bem como todo o Ministério da Magia. A despedida dos Gémeos podia ter tido um bocadinho mais de impacto, ficava bem e deixava o público mais aconchegadinho - toda a gente gosta de uma revoluçãozinha.
É um extraordinário trabalho de produção e realização, com um cast ao melhor nível. O Alan Rickman parece-me sempre a cereja no topo do bolo, com uma consistência de personagem fenomenal ao longo de 5 filmes.
E, claro, a bela da beijoca. Fantástico. Adoramos ver os miúdos a crescer. (emboraeuachequeaquilodeviaerasercomaLunaenãocomachinocatodaboa...grrr...).
E agora vou dormir e acordar na sexta às 23:59 para me dirigir à Waterstones mais próxima.
Ó amiguinha da Nova Gente, assim ficas mais descansadinha hein? ;)
Notas soltas:
(CONTÉM SPOILERS)
- A Imelda Staunton faz-nos querer atirar-lhe com uma chaleira à cabeça logo nos 30 primeiros segundos. Brilhante.
- Desde o 5º livro que a minha personagem preferida é a Luna Lovegood. E a Evanna Lynch nasceu para fazer aquele papel. Sublime.
- As máscaras dos Death Eaters podiam ser um pouquinho menos a la Star Wars... dei por mim a perguntar "O que é que o Darth Vader está a fazer no Departamento dos Mistérios??"
- O trio evoluiu imenso a nível de performance, embora continue a achar a Emma Watson a mais fraca dos três.
- Big fuss over Helen Bonham Carter. Não faz sombra ao Ralph Fiennes, que continua arrepiante, sombrio, bad to the bone.
- Há imensas coisas cortadas, como seria de esperar, e conseguiram acertar nos meus dois capítulos preferidos - primeiro e último. Dão continuidade à história e são cruciais no enredo.
Coisas alteradas de forma muito boa:
- Cena inicial dos Dementors trazida para um túnel, já que era difícil replicar tamanha escuridão em espaço aberto
- As cenas da Dolores Umbridge, como Alta Inquisidora a inspecionar todas as aulas, feitas de forma contínua e em curto espaço de tempo.
- Cena final de luta muito bem trazida do imaginário do livro às imagens
- Cena final em que o Harry é "invadido" pelo Voldemort feita com flashs de imagens (já que seria difícil ouvir-lhe os pensamentos)
Coisas alteradas que me dão a volta ao estômago:
- Cena inicial parcialmente distorcida
- Atitude do Sirius ao longo de todo o filme distorcida
- A pobre da Cho Chang arca com as culpas de os ter denunciado (há preços altos a pagar por beijar o Daniel Radcliff, já se vê...)
- Ultimo capítulo completamente negligenciado e resumido a três frases do Dumbledore
- A morte do Sirius não se passa de forma lenta e não há noção imediata de que ele morreu - único ponto em que discordo absolutamente, sem qualquer desculpa, da forma como foi filmada. O Sirius nao "passa" lentamente para o outro lado do véu - ele é atirado de forma rápida pelo arco.
Mais uma vez ficamos com a sensação de que o pobreHarry é injustiçado, punido, desprezado, e tudo porque...não sabemos bem porquê. Isto vai deixar os "menos fãs", que não conhecem a história tão bem, um pouco zangados, tal como eu fiquei quando fui ver o Senhor dos Anéis sem ninguém me ter explicado que aquilo era o primeiro episódio de uma trilogia.
Percebe-se, assim, o porquê de terem poupado um pouco o Harry no relacionamento que ele estabelece com o Sirius ao longo deste filme. Enquanto que no livro a relação deixa muito a desejar, no filme tornam o Padrinho como o defensor absoluto do afilhado (e ter o Lucius Malfoy a levar na tromba à western com Clint Eastwood traz-nos sempre um confortozinho, enquanto pensamos "toma lá que já embrulhaste!!").
Não concordo, e não é de agora, com a pouca omnipotência e omnisciência demonstradas pela personagem do Dumbledore nos filmes. Parece sempre surpreendido, assustado até. E, meus amigos, toda a gente sabe que o Dumbledore não se assusta com nada. Nem que viesse de lá o Snape e o atirasse de uma torre abaixo ele piscava os olhos *tosse*. Adiante.
O departamento dos Mistérios está soberbo a nível de cenários, bem como todo o Ministério da Magia. A despedida dos Gémeos podia ter tido um bocadinho mais de impacto, ficava bem e deixava o público mais aconchegadinho - toda a gente gosta de uma revoluçãozinha.
É um extraordinário trabalho de produção e realização, com um cast ao melhor nível. O Alan Rickman parece-me sempre a cereja no topo do bolo, com uma consistência de personagem fenomenal ao longo de 5 filmes.
E, claro, a bela da beijoca. Fantástico. Adoramos ver os miúdos a crescer. (emboraeuachequeaquilodeviaerasercomaLunaenãocomachinocatodaboa...grrr...).
E agora vou dormir e acordar na sexta às 23:59 para me dirigir à Waterstones mais próxima.
Ó amiguinha da Nova Gente, assim ficas mais descansadinha hein? ;)
Going to see the wizard.

Foto
Previsões: Excelente filme, mas não tão bom como o anterior. Adaptação que fica aquém das minhas expectativas, devido ao tamanho e complexidade do livro em que se baseia. E um pouco de sol nas terras altas. Pode ser que esteja enganada.
Nota para a senhora "jornalista" que roubou a minha critica ao filme anterior: infelizmente um dado site de cinema está em re-construção e não vou poder publicar a minha critica a este novo filme. Desde já as minhas desculpas por atrapalhar os seus planos de trabalho na Nova Gente.
sexta-feira, julho 13, 2007
Henna
quinta-feira, julho 12, 2007
Amanhã à noite vou a uma "Henna night", uma cerimónia indiana dois dias antes de um casamento. Não faço a menor ideia do que vestir, do que dizer, e espero não cometer nenhuma ofensa cultural por pura ignorância. Mas estou curiosa para ver as minhas mão pintadas.... :)
O "dress code" é cor de laranja... A única cor que seria, para mim, pior que esta, era o amarelo. Não tenho aboslutamente nada cor de laranja no meu armário.


terça-feira, julho 10, 2007
Babylon
Não sei que faça
ou sinta.
Não sei que fazer com o tempo
ou com as mãos nas pontas dos pulsos sem relógios.
Perdi o tempo.
Perdi a vontade
perdi os sentidos, de tão longe que estou.
Deixei-me ali atrás, com as minhas convicções
os meus futuros de palma de mão
sem nenhuma bruxa que me leia todos os contos de fadas
que tenho tatuados pelo corpo.
"Se eu fosse bruxa
dir-te-ia que nunca mais a água te vai matar a sede
nunca mais a comida te vai saciar a fome.
E todos os lábios que fores beijar
te vão saber a um passado presente."
ou sinta.
Não sei que fazer com o tempo
ou com as mãos nas pontas dos pulsos sem relógios.
Perdi o tempo.
Perdi a vontade
perdi os sentidos, de tão longe que estou.
Deixei-me ali atrás, com as minhas convicções
os meus futuros de palma de mão
sem nenhuma bruxa que me leia todos os contos de fadas
que tenho tatuados pelo corpo.
"Se eu fosse bruxa
dir-te-ia que nunca mais a água te vai matar a sede
nunca mais a comida te vai saciar a fome.
E todos os lábios que fores beijar
te vão saber a um passado presente."
quinta-feira, julho 05, 2007
"Amor a recibos verdes
Numa altura em que toda a gente fala em flexigurança (ou será flexisegurança? Olhem, é o raio que o parta que um dinamarquês inventou porque no país dele não faz bom tempo para se poder ir para a praia), apetece-me falar em relações. Não laborais, é certo, mas amorosas. Parece que, para além da flexigurança/flexisegurança também estão a ganhar adesão as relações tipo prestação de serviços sem compromisso, em que os sujeitos são independentes e podem ser despedidos sem justa causa e sem direito a subsídio de doença ou de desemprego. No amor a recibos verdes já não existe cá aquela treta "na saúde e na doença, na tristeza e na alegria". É cada um por si e quando os serviços forem dispensados cada um se arranje. Nos dias que correm é muito difícil encontrar uma relação onde se consiga "entrar para os quadros".
Já viram como as tendências do mercado laboral se espalham para os comportamentos amorosos?"
http://pensamentossgps.blogspot.com/
...dude, I'm in love with you.
